segunda-feira, 31 de maio de 2010

Não é Páscoa, mas parece...


É sempre altura para nos deliciarmos com um riquíssimo folar. Este folar de Lebução acompanhado com um chá Gorreana dos Açores, fez um riquíssimo lanche, jantar ... que deixa os mais gulosos com água na boca.
Estava uma maravilha !!!

domingo, 23 de maio de 2010

Flores do meu jardim





A que planta correspondem estas flores?
Quem adivinhar pode vir, na altura própria,comer dos seus frutos.
Está combinado?

domingo, 16 de maio de 2010

Reunidos à volta da Fogaça ...






Como prometido, a fogaça chegou! Acompanhada de iguarias da região, alguns fundadores da recém formada "Associação de Fotografia e Gravura" de Chaves confraternizaram à volta da mesa que, adornada com rosas amarelas a contornar o caramanchão, já anteriormente se tinha "apresentado" para o efeito.

sábado, 15 de maio de 2010

Vincent (Starry Starry Night) Don McLean




Vincent (Starry Starry Night)
Don McLean
Composição: Don McClean
Starry starry night, paint your palette blue and grey
Look out on a summer's day with eyes that know the darkness in my soul
Shadows on the hills, sketch the trees and the daffodils
Catch the breeze and the winter chills, in colors on the snowy linen land

Now I understand what you tried to say to me
How you suffered for you sanity How you tried to set them free
They would not listen they did not know how, perhaps they'll listen now

Starry starry night, flaming flowers that brightly blaze
Swirling clouds in violet haze reflect in Vincent's eyes of china blue
Colors changing hue, morning fields of amber grain
Weathered faces lined in pain are soothed beneath the artist's loving hand

Chorus:
For they could not love you, but still your love was true
And when no hope was left in sight, on that starry starry night
You took your life as lovers often do,
But I could have told you, Vincent,
This world was never meant for one as beautiful as you

Starry, starry night, portraits hung in empty halls
Frameless heads on nameless walls with eyes that watch the world and can't forget.
Like the stranger that you've met, the ragged man in ragged clothes
The silver thorn of bloody rose, lie crushed and broken on the virgin snow

Now I think I know what you tried to say to me
How you suffered for you sanity How you tried to set them free
They would not listen they're not listening still
Perhaps they never will.

sexta-feira, 14 de maio de 2010

RIO TÂMEGA

Como precisava de ser limpo outra vez!!!



terça-feira, 11 de maio de 2010

Ter Fé..!

Ter Fé é acreditar.
Acreditar no medo
da nossa existência.
Acreditar num mundo
com benevolência
que compreende, apoia,
tem clemência.

É acreditar.
Acreditar que uma vez o pecado
foi temido, explorado,
retirado deste Mundo
conturbado.
E eu,
aqui sentado,
vendo passar a Fé desvanecida
como quem vê passar
a própria vida,
espero.

Espero poder acreditar
que se a palavra de hoje é matar,
roubar, mentir,
prejudicar,
amanhã seja
Amar.

Acredito em Deus?
Não sei.
Mas tenho de acreditar
ter Fé para continuar
num mundo de desdenha,
ódio, dor.
Numa coisa acredito,
no Amor...

H. VICENTE CÂNDIDO

quinta-feira, 6 de maio de 2010

"PÉRIPLO"

Foto de Albano Nascimento

Hoje, dia 6, decorreu pelas 18h 30m, na Biblioteca Municipal de Chaves a apresentação do livro " PÉRIPLO" do estimado autor flaviense Edgar Carneiro.
Nasceu em Chaves dia 8 de Maio de 1913. Licenciado em Ciências Histórico-Filosóficas pela Univeresidade de Coimbra, foi professor do ensino secundário e técnico-profissional.Tem uma vasta obra de poesia publicada que mereceu a atenção de críticos consagrados.
Vive em Espinho, cujo Município lhe atribuiu a Medalha de Mérito.

MEMÓRIAS

Memórias são painéis
de encantamento
comovida lembrança
de quanto era beleza
com paisagens que falam
e gentes a mostrar
o seu contento.
Relembrar é sentir
as mudanças directas,
paraiso perdido
que buscamos
por veredas estreitas
onde os anjos caminham
de muletas.

Edgar Carneiro

domingo, 2 de maio de 2010