segunda-feira, 24 de maio de 2010
domingo, 23 de maio de 2010
Flores do meu jardim
domingo, 16 de maio de 2010
Reunidos à volta da Fogaça ...
sábado, 15 de maio de 2010
Vincent (Starry Starry Night) Don McLean
Vincent (Starry Starry Night)
Don McLean
Composição: Don McClean
Starry starry night, paint your palette blue and grey
Look out on a summer's day with eyes that know the darkness in my soul
Shadows on the hills, sketch the trees and the daffodils
Catch the breeze and the winter chills, in colors on the snowy linen land
Now I understand what you tried to say to me
How you suffered for you sanity How you tried to set them free
They would not listen they did not know how, perhaps they'll listen now
Starry starry night, flaming flowers that brightly blaze
Swirling clouds in violet haze reflect in Vincent's eyes of china blue
Colors changing hue, morning fields of amber grain
Weathered faces lined in pain are soothed beneath the artist's loving hand
Chorus:
For they could not love you, but still your love was true
And when no hope was left in sight, on that starry starry night
You took your life as lovers often do,
But I could have told you, Vincent,
This world was never meant for one as beautiful as you
Starry, starry night, portraits hung in empty halls
Frameless heads on nameless walls with eyes that watch the world and can't forget.
Like the stranger that you've met, the ragged man in ragged clothes
The silver thorn of bloody rose, lie crushed and broken on the virgin snow
Now I think I know what you tried to say to me
How you suffered for you sanity How you tried to set them free
They would not listen they're not listening still
Perhaps they never will.
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Vídeo musical
sexta-feira, 14 de maio de 2010
terça-feira, 11 de maio de 2010
Ter Fé..!
Ter Fé é acreditar.
Acreditar no medo
da nossa existência.
Acreditar num mundo
com benevolência
que compreende, apoia,
tem clemência.
É acreditar.
Acreditar que uma vez o pecado
foi temido, explorado,
retirado deste Mundo
conturbado.
E eu,
aqui sentado,
vendo passar a Fé desvanecida
como quem vê passar
a própria vida,
espero.
Espero poder acreditar
que se a palavra de hoje é matar,
roubar, mentir,
prejudicar,
amanhã seja
Amar.
Acredito em Deus?
Não sei.
Mas tenho de acreditar
ter Fé para continuar
num mundo de desdenha,
ódio, dor.
Numa coisa acredito,
no Amor...
H. VICENTE CÂNDIDO
Acreditar no medo
da nossa existência.
Acreditar num mundo
com benevolência
que compreende, apoia,
tem clemência.
É acreditar.
Acreditar que uma vez o pecado
foi temido, explorado,
retirado deste Mundo
conturbado.
E eu,
aqui sentado,
vendo passar a Fé desvanecida
como quem vê passar
a própria vida,
espero.
Espero poder acreditar
que se a palavra de hoje é matar,
roubar, mentir,
prejudicar,
amanhã seja
Amar.
Acredito em Deus?
Não sei.
Mas tenho de acreditar
ter Fé para continuar
num mundo de desdenha,
ódio, dor.
Numa coisa acredito,
no Amor...
H. VICENTE CÂNDIDO
sexta-feira, 7 de maio de 2010
quinta-feira, 6 de maio de 2010
"PÉRIPLO"
Foto de Albano Nascimento
Hoje, dia 6, decorreu pelas 18h 30m, na Biblioteca Municipal de Chaves a apresentação do livro " PÉRIPLO" do estimado autor flaviense Edgar Carneiro.
Nasceu em Chaves dia 8 de Maio de 1913. Licenciado em Ciências Histórico-Filosóficas pela Univeresidade de Coimbra, foi professor do ensino secundário e técnico-profissional.Tem uma vasta obra de poesia publicada que mereceu a atenção de críticos consagrados.
Vive em Espinho, cujo Município lhe atribuiu a Medalha de Mérito.
MEMÓRIAS
Memórias são painéis
de encantamento
comovida lembrança
de quanto era beleza
com paisagens que falam
e gentes a mostrar
o seu contento.
Relembrar é sentir
as mudanças directas,
paraiso perdido
que buscamos
por veredas estreitas
onde os anjos caminham
de muletas.
Edgar Carneiro
domingo, 2 de maio de 2010
terça-feira, 27 de abril de 2010
Descobertos organismos que vivem sem oxigénio

Cientistas italianos e dinamarqueses descobriram nas profundezas do Mar Mediterrâneo, três espécies de animais pluricelulares que não necessitam de oxigénio para sobreviver. |
As espécies animais, da família da Loricifera, vivem a três mil metros de profundidade, têm menos de um milímetro de comprimento e não necessitam de oxigénio para viver, o que contraria o que se pensava conhecer sobre os limites da vida. Os organismos não possuem mitocôndrias, os organelos celulares responsáveis pela conversão de açúcar e oxigénio em energia, ao contrário de todos os outros animais, fungos e plantas que se conheciam até hoje. A produção de energia destes organismos é a partir de reacções enzimáticas. Até ao momento, as únicas criaturas conhecidas capazes de viverem em ambientes sem oxigénio eram os vírus, as bactérias e alguns microrganismos unicelulares. Esta descoberta foi feita por Roberto Danovaro, da Universidade Politécnica de Marche, na região italiana de Ancona, durante três expedições às costas meridionais da Grécia. Foi divulgada na revista científica Nature. |
Jornal Digital 2010-04-08
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