quinta-feira, 14 de maio de 2009
Barco Rabelo e o Rio Douro
O barco rabelo é uma embarcação portuguesa, típica do Rio Douro que tradicionalmente transportava as pipas de Vinho do Porto do Alto Douro.



segunda-feira, 27 de abril de 2009
Fauna e Flora - Margens do Rio Tâmega
Se o caminhante for atento ao meio envolvente das margens do Tâmega, irá deparar-se com muitas surpresas agradáveis, pois a fauna e a flora nesta zona são interessantes.
Foto de uma cobra, tirada no bonito percurso das margens do rio Tâmega.

Foto de uma figueira,mesmo juntinha ás margens do rio Tâmega, parecendo tratar-se quase de uma planta aquática.

Foto de uma cobra, tirada no bonito percurso das margens do rio Tâmega.
Foto de uma figueira,mesmo juntinha ás margens do rio Tâmega, parecendo tratar-se quase de uma planta aquática.
quarta-feira, 15 de abril de 2009
NOTÍCIA - 400 azevinhos vão ser plantados nos jardins de Vila Real
A associação ambientalista Quercus lançou hoje o projecto «Vila Real Cidade dos Azevinhos» que vai levar à plantação de 400 destas árvores autóctones protegidas nos jardins públicos e privados da cidade.
Hoje mesmo foram plantados os primeiros azevinhos na Praceta Monsenhor João Gonçalves da Costa, numa área urbanizada e com poucos espaços verdes.
Segundo o dirigente da Quercus, João Branco, para além dos 400 azevinhos serão ainda plantadas mais 100 árvores de outras espécies autóctones como a abrunheira ou medronheiro.
«Queremos colar a imagem do azevinho, uma espécie emblemática associada ao Natal, à cidade de Vila Real», salientou o dirigente.
João Branco referiu que estas espécies autóctones se adaptam facilmente ao clima e, numa fase posterior, já não precisam de ser regadas.
À iniciativa da Quercus associou-se a Câmara de Vila Real e a Associação de Produtores Florestais do Vale da Campeã.
Diário Digital 14 de Abril de 2009
Notícia interessante.
Seria bom ver esta ideia espalhar-se por muitas localidades do nosso Planeta.
Ele Agradece
Hoje mesmo foram plantados os primeiros azevinhos na Praceta Monsenhor João Gonçalves da Costa, numa área urbanizada e com poucos espaços verdes.
Segundo o dirigente da Quercus, João Branco, para além dos 400 azevinhos serão ainda plantadas mais 100 árvores de outras espécies autóctones como a abrunheira ou medronheiro.
«Queremos colar a imagem do azevinho, uma espécie emblemática associada ao Natal, à cidade de Vila Real», salientou o dirigente.
João Branco referiu que estas espécies autóctones se adaptam facilmente ao clima e, numa fase posterior, já não precisam de ser regadas.
À iniciativa da Quercus associou-se a Câmara de Vila Real e a Associação de Produtores Florestais do Vale da Campeã.
Diário Digital 14 de Abril de 2009
Notícia interessante.
Seria bom ver esta ideia espalhar-se por muitas localidades do nosso Planeta.
Ele Agradece
quarta-feira, 25 de março de 2009
sábado, 14 de março de 2009
sábado, 28 de fevereiro de 2009
quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009
quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009
Bicentenário do Nascimento de Charles Darwin

Fundador da biologia moderna, revolucionou a percepção da vida.
Charles Darwin, de que se comemora este ano o bicentenário do nascimento, revolucionou a percepção da vida na Terra e fundou a biologia moderna ao defender que todas as espécies descendem de um antepassado comum.
Essa teoria da evolução está exposta no seu livro fundamental, 'A Origem das Espécies', de que se celebra também em 2009 os 150 anos da sua publicação.
Nascido a 12 de Fevereiro de 1809 em Shrewsbury, Inglaterra, numa família abastada, foi pressionado pelo pai, Robert Darwin, médico, a enveredar pela mesma carreira, embora tendesse mais a seguir o exemplo do avô, Erasmus Darwin, um conceituado naturalista no seu tempo.
Dava pouca atenção às aulas, era traquinas e preferia observar a Natureza, caçar e coleccionar insectos. É dessa altura uma frase do pai que ele recorda na sua autobiografia: "Só gostas de cães, de andar aos tiros e de apanhar ratos, vais ser uma desgraça para ti próprio e para toda a tua família".Em 1825 começa a estudar Medicina em Edimburgo, mas as aulas aborrecem-no e uma operação a uma criança sem anestesia, como então era comum, causa-lhe horror e leva-o a desistir passados dois anos.
O pai manda-o então estudar Teologia na Universidade de Cambridge, para fazer dele um sacerdote. É então que conhece John S. Henslow, um dos professores mais populares e revolucionários da época, que se tornou seu mentor e amigo, e foi determinante para a sua carreira de cientista.
Foi ele que o recomendou a Robert FitzRoy, capitão do "HMS Beagle", que procurava um companheiro para uma expedição cartográfica de dois anos à volta do mundo.
O Beagle zarpa em 1831, levando a bordo Darwin então com 22 anos. A viagem acaba por durar cinco anos e, por motivos circunstanciais, começa e acaba em território português, já que a primeira escala foi na ilha de São Vicente, em Cabo Verde, hoje um país independente, e a última na ilha Terceira, nos Açores.
Apesar dos seus enjoos no mar, Darwin viria a escrever entusiasmado que "a viagem do Beagle foi de longe o acontecimento mais importante" da sua vida.
As observações feitas durante a viagem persuadem-no pouco a pouco de que as espécies sofrem uma constante evolução, o que viria a constituir o cerne da sua teoria.
Preocupado com problemas de saúde que o afectaram durante toda a vida, pensa em casar-se e considera longamente os prós ("companhia permanente", "uma mulher simpática num sofá", "a mulher, esse espécime tão interessante" ou "melhor que um cão de qualquer modo") e os contras ("terrível perda de tempo"), com os primeiros a prevalecer.
Charles Darwin, de que se comemora este ano o bicentenário do nascimento, revolucionou a percepção da vida na Terra e fundou a biologia moderna ao defender que todas as espécies descendem de um antepassado comum.
Essa teoria da evolução está exposta no seu livro fundamental, 'A Origem das Espécies', de que se celebra também em 2009 os 150 anos da sua publicação.
Nascido a 12 de Fevereiro de 1809 em Shrewsbury, Inglaterra, numa família abastada, foi pressionado pelo pai, Robert Darwin, médico, a enveredar pela mesma carreira, embora tendesse mais a seguir o exemplo do avô, Erasmus Darwin, um conceituado naturalista no seu tempo.
Dava pouca atenção às aulas, era traquinas e preferia observar a Natureza, caçar e coleccionar insectos. É dessa altura uma frase do pai que ele recorda na sua autobiografia: "Só gostas de cães, de andar aos tiros e de apanhar ratos, vais ser uma desgraça para ti próprio e para toda a tua família".Em 1825 começa a estudar Medicina em Edimburgo, mas as aulas aborrecem-no e uma operação a uma criança sem anestesia, como então era comum, causa-lhe horror e leva-o a desistir passados dois anos.
O pai manda-o então estudar Teologia na Universidade de Cambridge, para fazer dele um sacerdote. É então que conhece John S. Henslow, um dos professores mais populares e revolucionários da época, que se tornou seu mentor e amigo, e foi determinante para a sua carreira de cientista.
Foi ele que o recomendou a Robert FitzRoy, capitão do "HMS Beagle", que procurava um companheiro para uma expedição cartográfica de dois anos à volta do mundo.
O Beagle zarpa em 1831, levando a bordo Darwin então com 22 anos. A viagem acaba por durar cinco anos e, por motivos circunstanciais, começa e acaba em território português, já que a primeira escala foi na ilha de São Vicente, em Cabo Verde, hoje um país independente, e a última na ilha Terceira, nos Açores.
Apesar dos seus enjoos no mar, Darwin viria a escrever entusiasmado que "a viagem do Beagle foi de longe o acontecimento mais importante" da sua vida.
As observações feitas durante a viagem persuadem-no pouco a pouco de que as espécies sofrem uma constante evolução, o que viria a constituir o cerne da sua teoria.
Preocupado com problemas de saúde que o afectaram durante toda a vida, pensa em casar-se e considera longamente os prós ("companhia permanente", "uma mulher simpática num sofá", "a mulher, esse espécime tão interessante" ou "melhor que um cão de qualquer modo") e os contras ("terrível perda de tempo"), com os primeiros a prevalecer.
Casa-se em 1839 com a prima Emma Wedgood, com quem terá dez filhos, e instala numa quinta em Downe, 30 quilómetros a norte de Londres, onde passa os últimos 40 anos da sua vida a estudar, a escrever, a fazer experiências e a corresponder-se com cientistas do mundo inteiro.
São conhecidas mais de 25 mil cartas de e para Darwin, algumas das quais com o naturalista açoriano Francisco Arruda Furtado.
Darwin morreu em 19 de Abril de 1882 aos 73 anos. Está enterrado na abadia de Westminster, em Londres, onde repousam também os restos mortais do físico Isaac Newton.
Nos últimos 150 anos, o pensamento darwinista foi completado com a contribuição da genética e mais recentemente através do novo desenvolvimento da biologia evolutiva.
São conhecidas mais de 25 mil cartas de e para Darwin, algumas das quais com o naturalista açoriano Francisco Arruda Furtado.
Darwin morreu em 19 de Abril de 1882 aos 73 anos. Está enterrado na abadia de Westminster, em Londres, onde repousam também os restos mortais do físico Isaac Newton.
Nos últimos 150 anos, o pensamento darwinista foi completado com a contribuição da genética e mais recentemente através do novo desenvolvimento da biologia evolutiva.
DNOTICIAS.pt Data: 12-02-2009
quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009
O PLANETÁTIO NA ESCOLA - Dia 28 de Janeiro
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