sexta-feira, 28 de setembro de 2007

Brufe - Gerês




Pela sua história e pela sua arquitectura, a aldeia de
Brufe no Gerês merece ser visitada.

quarta-feira, 13 de junho de 2007

Garrano: o Cavalo Selvagem

Foto de meguimaraes

Quando passeava entre Pitões das Júnias e Tourém deparei-me com um grupo de garranos da Peneda-Gerês que pastavam livremente nesta zona da raia galaico-portuguesa.
O garrano é um animal de estatura pequena, (1,32 m em média), membros curtos e robustos, perfil côncavo e pescoço grosso com uma densa crina.
A raça garrana é uma das três raças de cavalos autóctones da Península Ibérica. É provavelmente um representante longínquo da fauna glaciar do fim do Paleolítico.
O cavalo garrano foi domesticado há alguns séculos atrás, onde se integrou na vida rural do sistema agrícola de minifúndios no noroeste de Portugal. A mecanização da agricultura fez com que o cavalo garrano voltasse novamente para as zonas de montanha vivendo aí livremente. Nas primeiras décadas do século passado com a integração das serras portuguesas no regime florestal, o garrano esteve quase a desaparecer. Em 1945 foram seleccionados 21 garranos e libertados no Parque do Gerês, com o objectivo de fomentar a criação de reservas de animais autóctones.

quinta-feira, 7 de junho de 2007

quarta-feira, 16 de maio de 2007

Trabalho Prático - Respiração Celular

Situação I
Nos fenómenos respiratórios ocorrem reacções de oxidação e de redução?







Situação II
Os tecidos vivos libertam CO2?

Realizado pela Turma do 10º C

sexta-feira, 11 de maio de 2007

Maias


















Mapa de distribuição de Cytisus scoparius em Portugal

A espécie Cytisus scoparius, é a mais comum entre nós, tendo como nomes mais vulgares - maias, chamiças, giestas-bravas e giestas-das-vassouras.É frequente nas matas portuguesas e a sua época de floração é entre Abril e Junho.
A tradição mandava que no dia 1 de Maio se colocasse um ramo de giestas amarelas nas portas ou janelas para afastar o mau olhado, as bruxas e trazer fartura à casa.

quarta-feira, 2 de maio de 2007

Degelo Pode Chegar em 2020

Um glaciologista norte-americano alertou que o degelo no Ártico pode acontecer já em 2020, 30 anos antes das piores previsões do Painel Intergovernamental para as Alterações Climáticas. Os gases com efeito de estufa na atmosfera são a principal causa para este fenómeno.

2007-05-02

sexta-feira, 27 de abril de 2007

Castanheiro


Mosteiró - Valpaços
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emilia.pires.
O Castanheiro (Castanea sativa Miller) é uma angiospérmica dicotiledónea, da família das Fagáceas, a mesma família a que pertencem os carvalhos, e do género Castanea. Em Portugal é comum a espécie Castanea sativa Miller.

CARACTERÍSTICAS GERAIS E MORFOLÓGICAS

É uma árvore de grandes dimensões que atinge 20 a 30 metros de altura (por vezes mais) e de folha caduca. O porte é geralmente imponente com um tronco espesso e uma copa semi-esférica, mais ou menos alongada. O tronco é liso nos primeiros dez-quinze anos, mas a casca rapidamente se fendilha criando linhas pouco profundas que, com o envelhecimento das árvores, faz com que o tronco mais pareça estar torcido.

As folhas verdes brilhantes, lanceoladas (em forma do bico de uma lança) e dentadas (com a margem das folhas com pequenos dentes) e estão dispostas alternadamente sobre os ramos. O comprimento é variável mas é comum atingirem os 20 cm de comprimento e mais de 5 cm de largura. Do pé das folhas saem durante um período variável entre Maio e Julho os amentilhos (cachos de flores amarelas) que parecem iluminar a árvore, razão porque em algumas zonas do país lhes chamam candeias. O forte odor destas flores atrai abelhas e outros insectos que, juntamente com o vento, transportam o pólen de umas árvores para outras. O desenvolvimento dos frutos dá-se no interior de um invólucro espinhoso - ouriço. Em cada ouriço desenvolvem-se normalmente três castanhas de forma cónica mais ou menos achatada. A partir do início de Outubro os ouriços abrem e libertam as castanhas que caem no chão.

quarta-feira, 25 de abril de 2007

25 de Abril Sempre


Grândola, vila morena
Terra da fraternidade
O povo é quem mais ordena
Dentro de ti, ó cidade


Dentro de ti, ó cidade
O povo é quem mais ordena
Terra da fraternidade
Grândola, vila morena


Em cada esquina um amigo
Em cada rosto igualdade
Grândola, vila morena
Terra da fraternidade


Terra da fraternidade
Grândola, vila morena
Em cada rosto igualdade
O povo é quem mais ordena


À sombra duma azinheira
Que já não sabia a idade
Jurei ter por companheira
Grândola a tua vontade


Grândola a tua vontade
Jurei ter por companheira
À sombra duma azinheira
Que já não sabia a idade

Letra e Música de José Afonso